Breve História
Como a própria toponímia indica esta freguesia assenta em terrenos baixo; durante longo tempo estiveram submergidos, tendo-se encontrado apreciável quantidade de conchas petrificadas. Subordinados à igreja de Santa Maria das Areias, aí por volta de 1554 os seus moradores emanciparam-se para ter a sua igreja nos Chãos.
A matriz, dedicada a S. Silvestre, é um templo de uma nave, coberta por um tecto de madeira com três planos, capela-mor de abóbada de berço, pintada, dois altares colaterais e dois laterais. A sua imaginária é constituída por uma série de imagens quinhentistas, de pedra, inesperadas na escultura erudita tomarense e coimbrã. Na sacristia guarda-se um prato e latão de ofertas, belo exemplar em cujo o centro se vêem dois homens trajados à maneira do quinhentismo, relevados, transportando um grande cacho de uvas.
Interessantes são também a Santa Casta, de pedra, quatrocentista, existente na capela de Santa Rita de Cássia, e a imagem de madeira do século XVII representando N. Sra. da Encarnação na Ermida da sua invocação.
Heráldica

Várias Informações
Actividades económicas: Agricultura, exploração de azeitona e nos e comércio
Festas e Romarias: Sagrado Coração de Jesus (1.º Dom. de Set.), Santo António ( 13 de Junho ), S. Sebastião (Julho), S. Pedro (Julho) e N. Sra. da Encarnação (1 de Maio)
Património: Igreja matriz, capelas de S. Sebastião, S. Pedro, Dra. da Encarnação, Santa Rita, Santa Bárbara e N. Sra. de Fátima e ponte romana.
Outros Locais: Praia Fluvial da Laranjeira e monte Cabeço do Moinho
Artesanato: Bordados
Orago: S. Silvestre